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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Centro de Zoonoses recebe unidade de castração

O Centro de Controle de Zoonoses de Américo Brasiliense (CCZ), em parceria com a Associação Araraquarense de Proteção aos Animais (AAPA) recebe, neste domingo, dia 22, uma unidade móvel de castração. A cerimônia de entrega será no Campus da UNESP, em Araraquara, às 10 horas, e terá a presença de representantes de Américo, da AAPA, entre outros convidados.

Com a unidade, o CZZ ameriliense terá mais autonomia para realizar o procedimento de castração, oferecendo um serviço mais ágil também. Como a cidade possui uma grande população de cães e gatos comunitários, popularmente conhecidos como “de rua”, o veiculo será um importante meio para que a situação seja controlada.

A unidade vem em momento oportuno, pois o município está realizando uma campanha de cadastro e castração. Iniciada no começo do mês de abril, a campanha passou diversos pontos da cidade e terá seu dia ‘D’ em 29 de maio, quando um mutirão castrará os animais cadastrados.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

CCZ monta estratégia de combate a dengue

Foram confirmados dois casos da doença até o final de janeiro deste ano

Por Alfredo Henrique

Foram confirmados dois casos “importados” de dengue, até o final do mês de janeiro, em Américo Brasiliense. A Gazeta de Américo foi nesta terça-feira, dia 1, ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), do município, para tirar dúvidas sobre os programas de prevenção a dengue realizados na cidade.

Segundo a veterinária do CCZ, Carolina Piovan, é realizada durante todo o ano na cidade a operação Casa a Casa. Agentes do Centro visitam todas as residências da cidade para orientar a população dos riscos da dengue e localizar possíveis criadouros do mosquito Aedes Aegypti.
Em 2010 foram confirmados casos de dengue em todos os bairros de Américo. Quando é confirmado que uma pessoa foi contaminada, o CCZ deixa de fazer o Casa a Casa e realiza o “bloqueio” na região onde o caso foi confirmado. “Nós localizamos a residência da pessoa infectada e vistoriamos todas as casas no raio de 25 quarteirões do local onde o doente reside”, explicou Carolina.

Proliferação
A veterinária informou que são necessários somente três dias para que o mosquito da dengue se desenvolva. Além disso, o ovo do inseto resiste há um ano, sem contato com a água. “O mosquito bota o ovo e a pessoa só tira a água do local. No entanto, se o indivíduo não esfregar o foco de procriação em potencial, o ovinho lá permanece e basta entrar em contato com água que em três dias o ovo eclode, vira larva e em seguida mosquito.”

O Aedes Aegypti não nasce contaminado com o vírus da dengue, mas é hospedeiro dele. Caso o mosquito pique alguém contaminado, todas as pessoas picadas depois disso serão infectadas. A época de maior possibilidade de procriação do mosquito é no início do ano –quando há muito calor e chuvas.

“O trabalho do CCZ é de conscientização”, afirma Carolina. Não basta uma pessoa apenas se prevenir contra a dengue. Se um vizinho não se preocupa, ele põe em risco todas as casas em um raio de 100 metros.

Sintomas
Caso sinta fortes dores de cabeça, vômito, diarréia, manchas, dores pelo corpo e febre alta, pode ser que esteja contaminado com o vírus da dengue. Sentindo estes sintomas, vá o mais rápido possível para um hospital. A dengue mata.

Prevenção
Evite o acúmulo de água em garrafas, pneus, pratos de vasos e demais objetos que retenham água. Após esvaziar os locais, esfregue depois com uma bucha para retirar possíveis ovos que estejam nos objetos. Evite acumular entulho em casa. Caso flagre focos de procriação do mosquito da dengue, denuncie no telefone (16) 3392.5787.

A espera de uma família

Cães abandonados são tratados com respeito no CCZ de Américo Brasiliense

Por Francisco Lourenço

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), de Américo Brasiliense, finaliza um censo que revela a população animal da cidade. Segundo levantamento do órgão, atualmente a “Cidade Doçura” tem cerca de seis mil cães, sendo que 10% deste total representam o número de gatos existentes. Ainda de acordo com estatística do CCZ, a cidade de Américo tem em média trezentos animais abandonados por donos que, por vários motivos, resolveram se livrar do bichinho que, antes, era considerado de estimação.

A sujeira que o cachorro faz no quintal, o barulho do latido à noite, falta de tempo para cuidar do cão, os gastos com medicamentos – quando o animal está doente – são algumas desculpas para abandonar o “melhor amigo”. Diante desse descaso e falta de sensibilidade, a Associação Ameriliense Protetora dos Animais (AAPA), coordenada pela voluntária Zélia Gracindo, acolhe esses bichos e oferece tratamento veterinário, carinho especial e respeito, com apoio de funcionários do CCZ.

“Cuidamos aqui de bichinhos que são abandonados, doentes, atropelados na rua e oferecemos o tratamento que eles merecem. Eles não têm culpa dos donos que ganharam. Infelizmente, tem pessoas que não querem ter trabalho algum com o animal e abandona-o quando ele cresce”, explica Zélia.

A voluntária dedica a maior parte de seu tempo ao cuidado com os animais. Todos os dias ela está no Centro de Controle de Zoonoses para alimentar os quase cem cachorros acolhidos. Mas para desempenhar seu trabalho, Zélia conta com a parceria importante de Valmir Lupe, do Departamento de Meio Ambiente. “Não medimos esforços para salvar a vida de um bichinho em sofrimento. Independentemente do horário, dia ou noite, a gente faz recolhimento do animal”, ressalta Lupe.

A veterinária Carolina destaca que, quando o CCZ resolve o problema de um animal, consequentemente está resolvendo também um problema da população. Ela explica ainda que os cães abrigados no Zoonoses recebem uma alimentação balanceada. “A ração deles tem 23% de proteína. Eles se alimentam bem, passam por tratamento veterinário e, antes de ficarem disponíveis para adoção, ganham um chip (dispositivo que grava informações do animal, como por exemplo, localização da pessoa que o adotou).

Caso queira adotar um cãozinho, entre em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo telefone (16)3392.4974.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

CCZ e PM salvam mais um cavalo na cidade

Animal era mantido em terreno sem água e comida e sob forte sol

Por Alfredo Henrique
Fotos: Alfredo Henrique

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Américo Brasiliense, com apoio da Polícia Militar (PM), apreendeu um cavalo vítima de maus tratos, por volta das 14h desta segunda-feira, dia 31, em um terreno baldio, no bairro Luiz Ometto. O proprietário do animal, identificado somente como Aparecido, teria assinado um acordo, há quinze dias, no qual assume a responsabilidade de cuidar adequadamente do cavalo – o que não aconteceu.

FLAGRANTE - Cavalo era mantido sem água ou comida em terreno

A Gazeta de Américo esteve no terreno e constatou que o cavalo é deixado sozinho, sem água ou comida e mantido amarrado a uma corda, que impede que ele caminhe livremente pelo local. Além disso, cerca de 90 % do terreno é coberto por braquiária, capim considerado inadequado para a alimentação de equinos, por ser tóxica a eles. O cavalo também apresenta machucados na pele, provenientes da exposição demasiada aos raios solares.

É possível ver os ossos do cavalo por causa da magreza crônica

O cavalo aparenta estar anêmico e desidratado. É possível ver os ossos das costelas e bacia do animal, em decorrência da magreza crônica do bicho.

Ele foi encaminhado para o CCZ, onde será submetido à avaliação clínica. O proprietário do animal possivelmente perderá a guarda do cavalo, que será disponibilizado para adoção assim que seu quadro clínico melhorar.
PM e CCZ estiveram na casa do proprietário do cavalo

A PM esteve na residência de Aparecido, logo após constatar os maus tratos ao cavalo, mas o homem não estava em casa.

Caso testemunhe algum caso de maus tratos a animais, ligue para o CCZ nos telefones (16) 3392-4974 e (16) 9707-0873 ou para a PM no 190. A Gazeta de Américo também está à disposição para receber denúncias nos números (16)3392-5787 e (16)9763-7694. A identidade das pessoas que denunciarem será mantida em sigilo.