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sábado, 11 de junho de 2011

Leitor comenta reportagem publicada pela Gazeta

Em relação à matéria da Gazeta de Américo da semana passada (Edição 67 - Pg. 08 - 04/06/11) "Palha da cana auxilia na diminuição do efeito estufa", que fala sobre a fixação do gás carbônico na terra, oriundo da palha da cana-de-açúcar deixada pelo corte mecanizado gostaria de acrescentar os seguintes:

1. Sem dúvidas, não queimando a palha da cana, de fato o carbono não vai direto para a atmosfera. Mas vai, indiretamente, depois. É o chamado ciclo do carbono, porém sem nenhum problema para o meio ambiente, ao contrário, só com benefícios porque ele foi retirado da própria atmosfera durante o crescimento da cana e principalmente porque a cana gera o álcool que substitui a queima do petróleo;

2. A cana-de-açúcar retira da atmosfera, por ano, 220 toneladas de carbono, por hectare. Na queima libera 4 toneladas por hectare. Então o balanço é positivo, mesmo com a queima. Mas, não é por isso que o setor sucroalcooleiro vai continuar queimando, claro. O processo de mecanização está em franco desenvolvimento e não tem volta. A Usina Santa Cruz, aqui de Américo Brasiliense, por exemplo, já colhe 93% da sua cana sem a utilização do fogo;

3. Mas o mais preocupante é o que acontece com a queima do combustível fóssil. A natureza durante milhões de ano limpou a atmosfera e fixou os gases, entre eles o carbono, nas profundezas da terra e do mar, em forma de petróleo. Agora vem o homem e retira, do fundo da terra e do mar, o petróleo, queima-o e devolve à atmosfera todos os gases que tinha por aqui há milhões de anos. Os gases que estamos devolvendo à natureza, através da queima do combustível fóssil, não voltarão para o subsolo, pelo menos enquanto vivermos. Isso tem contribuído por demais com o chamado efeito estufa, como era no princípio dos tempos e;

4. Existem estudos que mostram que a cana-de-açúcar, por exemplo, vem aumentando anualmente o teor de sacarose, em outras palavras, está mais doce, assim como existem estudos que mostram que as plantas crescem mais rapidamente nos dias atuais. Isso porque o gás carbônico, que é o alimento das plantas, existe em abundância na atmosfera atual em relação à do passado. Como se vê a natureza é sábia e com isso põe mais açúcar na cana e mais crescimento das plantas, como forma de corrigir os nossos erros, limpando a atmosfera. Mas é bom não abusar. Enquanto é tempo. O setor canavieiro está dando a sua contribuição.
*João Pereira Pinto
Assessor de Comunicação da Usina Santa Cruz.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Usina Maringá realiza tradicional missa inaugural da safra de cana

A Usina Maringá realizou nesta semana a tradicional missa que marca o início da safra de cana-de-açúcar, nas dependências da usina. Representando o município de Américo Brasiliense estiveram o prefeito Ademir Gouvêa e Cidão da Fonteri, presidente da Câmara. “Nós participamos há vários anos deste evento que marca o começo da colheita e, mais uma vez, a direção da usina nos convidou”, comentou o prefeito.

A Usina Maringá é considerada uma das maiores da região e emprega diversos moradores de Américo Brasiliense. Como cresceu em uma fazenda de cana, Ademir sempre prestigia eventos relacionados às usinas instaladas próximas ao município.

sábado, 4 de setembro de 2010

Incêndio deixa Santa Lúcia às escuras

Texto e fotos: Francisco Lourenço

A cidade de Santa Lúcia está sem energia elétrica desde a tarde deste sábado, dia 4, quando um incêndio de grandes proporções, que começou num canavial, destruiu postes da CPFL Paulista. Neste momento, segundo informações de um morador, a cidade inteira está às escuras. "Ninguém aqui tem energia elétrica. A cidade está toda às escuras", conta André Padilha.

O incêndio teve início num canavial distante pelo menos 10Km do centro da cidade e por volta de duas da tarde ameaçava destruir a Fazenda Atalaia. Em um trecho da Rodovia Aldo Lupo (SP 257), entre Santa Lúcia e Rincão, a fumaça tomava conta da pista e dificultava a visão do motorista.

Preocupada com acidente, a Polícia Militar (PM), interditou a pista durante um bom período da tarde. Até agora não há informações se alguma pessoa ficou ferida, no entanto, algumas cabeças de gado teriam morrido no incêndio.

Funcionários da Usina Santa Cruz tentam controlar o incêndio
Visão do centro da cidade de Américo Brasiliense

Fogo coloca Fazenda Atalaia em risco em Santa Lúcia

Texto e fotos: Francisco Lourenço

Um incêndio de grandes proporções atinge uma área de canavial próximo a cidade de Santa Lúcia. O fogo, que começou por volta de 11h, está parcialmente controlado. Várias equipes da Usina Santa Cruz, de Américo Brasiliense, trabalham para controlar o fogo e mais de dez caminhões pipas já foram utilizados.

Segundo a Polícia Militar (PM) de Santa Lúcia, felizmente não há vítimas, mas no momento existe uma preocupação com o trânsito em um trecho da Rodovia Aldo Lupo (257), que está tomada de fumaça e chegou a ser interditada, mas o trânsito está sendo liberado. Por volta do meio dia uma nuvem de fumaça escura encobria parte da cidade de Américo, na saída da cidade para Santa Lúcia.

O incêndio coloca em risco famílias que moram na Fazenda Atalaia, distante aproximadamente 3Km de Santa Lúcia. Não há informações da extensão da área consumida pelo fogo, que de acordo com alguns santa-lucienses, deve ser criminoso.

Incêndio começou por volta de 11h
Mais de dez caminhões pipas já foram utilizados
Fogo está parcialmente controlado, segundo a PM
Fumaça na Rodavia Aldo Lupo
Foto feita no centro de Américo Brasiliense