Apesar de bastante conhecido, o golpe do "falso sequestro" segue fazendo vítimas no dia-a-dia. Em Américo Brasiliense, nos últimos dias, várias pessoas receberam telefonemas de alguém tentando se passar por sequestrador e, consequentemente, exigindo depósito em conta bancária ou compra de cartão de recarga para celular, por exemplo.
Em um dos casos, um policial militar passou mal ao receber a informação que sua esposa estava nas mãos dos sequestradores, mas felizmente, tudo não passava de uma tentativa de golpe. Diante das frequentes ocorrências desse tipo, o Comando do 13º Batalhão de Polícia Militar do Interior (Araraquara), na figura do Tenente Coronel Antônio Marcolino Vieira, orienta a população, objetivando a redução dos índices deste golpe, realizado por telefone.
1 - Oriente as pessoas que ficam em suas residências, parentes, empregadas, para nunca fornecerem informações por telefone;
2 - Ao receber ligações estranhas, as quais indagam sobre quem é o proprietário (a) da casa, se ele (a) está, dentre outras perguntas do gênero, desconfie e não responda se não tiver certeza com quem está falando;
3 - Se for comunicado de um sequestro, peça para falar com a pessoa sequestrada e faça perguntas cujas respostas, só ela saiba;
4 - Ligue para pessoa supostamente sequestrada;
5 - Desligue o telefone. Quando os criminosos perceberem que não vai dar certo, eles desistirão e partirão para outra vítima;
6 - Tenha calma, e não se influencie por gritos e choros no fundo das ligações;
7 - Tenha um identificador de chamadas, verifique se o prefixo é de outro estado, seria quase impossível a vítima sequestrada estar em outra localidade tão distante;
8 - Não prolongue a conversa, pois o criminoso já tem experiência suficiente para lhe influenciar, fazendo com que você acredite em sua história;
9 - Não faça nada sem antes tentar se comunicar com a pessoa supostamente sequestrada;
10 - Sempre ao atender uma ligação, primeiramente fale que você é empregada e que o dono da casa não está.